quinta-feira, 24 de março de 2011

GUILHERME TELL



Literatura Universal
Adaptação de Barbara Kindermann
Ilustrações de Klaus Ensikat
Tradução de Christine Röhrig
Companhia Editora Nacional


A riqueza dos diálogos me chamou a atenção, e por isso cito a seguir algumas frases dos personagens desta obra, dígnas de consideração e reflexão:

“Um homem corajoso não deve só pensar em si próprio!” G. Tell
“Deus ajuda os corajosos!” Gertrud
“ Unidos, os fracos também se tornam fortes.” Werner
“...as mãos que constroem também podem destruir...”G. Tell
“...preferimos a morte a viver na servidão...” Walter
“Quem quer se dar bem na vida deve aprender tudo o que for possível.” G. Tell

terça-feira, 22 de março de 2011

DISCREPÂNCIAS





Se a intenção fosse ficar, decerto que não faríamos o gesto do adeus...
Se a intenção fosse não magoar, nunca mencionaríamos o que machuca o outro...
Se quiséssemos fazer sorrir, não daríamos oportunidade ao choro...
Se conseguíssemos sempre perdoar a nós mesmos,
nunca nos exporíamos ao castigo...
Se conseguíssemos perdoar o outro, nunca fecharíamos a porta na cara dele...
Isso, se de fato sempre agíssemos com a verdade!
Mas o problema é que sempre nos metemos em “joguinhos” para descobrir
a mentira do outro...E acabamos mentindo ou em gestos, ou em palavras...
Que lástima!

“De boas intenções o mundo está cheio”, diz o ditado,
Mas é na boa intenção que nascem boas coisas...
Só temos que ter cuidado para que essas boas coisas sejam de fato as melhores!
Não podemos fechar a porta ao desconhecido só porque nos é desconhecido...
Novos conhecimentos somente são adquiridos no enfrentamento do novo...
As novas experiências sempre trazem um aprendizado a mais...
Precisamos apenas dar-nos a oportunidade!

O mundo jaz no maligno...
Que poderíamos esperar uns dos outros?
A perfeição? A verdade absoluta? Não!
Somos a todo tempo auferidos por maus pensamentos e exemplos deploráveis...
Aquele que é humano, certamente cairá em erro
E é passível de ser perdoado ainda assim!
Precisamos apenas AMAR as pessoas como se não houvesse amanhã...
Não esperar que sejam plenos, realizados e sempre agradáveis...
Cada um de nós tem um chato dentro de si!

Penso que os relacionamentos seriam menos tensos
Se nos dispuséssemos a AMAR MAIS e COBRAR MENOS!
Afinal, não é pela cobrança que nascem as atitudes cordatas
Não é pela crítica que alcançamos quem está distante!
É urgente AMAR e SER AMADO...hoje, agora...

segunda-feira, 14 de março de 2011

A BÊNÇÃO VEM POR DIVERSOS CAMINHOS!

Uma senhora muito pobre telefonou para um programa cristão de rádio pedindo ajuda. Um bruxo que ouvia o programa resolveu pregar-lhe uma peça.Conseguiu seu endereço, chamou seus secretários e ordenou que fizessem uma compra e levassem para a mulher,com a seguinte orientação:

*Quando ela perguntar quem mandou, respondam que foi o DIABO!

Ao chegarem à casa, a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando os alimentos, os secretários do bruxo,conforme a orientação recebida, lhe perguntaram:

*A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas?
A mulher, na simplicidade da fé, respondeu:

*Não, meu filho. Não é preciso. Quando Deus manda, até o diabo obedece!
"NÃO SE PREOCUPE DE QUE MANEIRA VIRÁ SUA VITÓRIA,
MAS QUANDO DEUS DETERMINA... ELA VEM... AH VEM!"

A MEGERA DOMADA


Série Reencontro
Adaptação de Hildegard Feist
Editora Scipione


A história acontece em Pisa, 1590. Entre os personagens destacam-se: Catarina, Petrúquio e Bianca. Uma trama envolvente e surprendentemente divertida!

Esta criação de Shakespeare inspirou muitas outras, tais como a novela “O Cravo e a Rosa” e o filme “Como perder um homem em 10 dias”.

Separei apenas uma frase para enfatizar aqui:
“...já diziam os antigos romanos: “verba volant escripta manent”, “as palavras voam, o que se escreve permanece”- palavras de Batista, pai de Bianca e Catarina.

domingo, 6 de março de 2011

VONTADE LOUCA

De repente deu-me uma vontade louca de escrever...É, esse é o adjetivo correto na visão de alguns amigos meus...
Quando adentram à minha casa, ficam espantados com o volume de papel existente ali: na estante, ao lado do sofá, no quarto, perto da cama e na escrivaninha...uma infinidade deles: os livros, os cadernos e até revistas...eles disputam espaço entre televisão, DVD, bolsas, ursinhos de pelúcia e, pasmem, disputam-no até com nossas roupas...Ah, é um fato notório: tenho mais livros que roupas! Aliás, estamos experimentando uma fase “without closed”, rs.
O fato é que não consigo conceber minha vida sem eles. Sempre estou em voltas com um livro. Geralmente o assunto é sempre similar: a vida com Deus, a arte de liderar, língua portuguesa ou língua inglesa... mas o que predomina é o tema bíblico mesmo, que eu sempre leio com muito afinco, carinho. Os demais temas são decorrentes da necessidade de aperfeiçoamento constante no aspecto profissional.
Imagino que o homem que se atrever a me desposar deverá ser amante destes companheiros meus inseparáveis, ou ao menos suportá-los sabendo que, de certa forma, são parte de mim...rs.
Tanto papel ao redor, vontades “esquisitas” despontam (assim dizem alguns amigos...): a vontade de escrever...escrever qualquer coisa, escrever sobre o ato de escrever, escrever sobre o amor que tenho pelas letras...caneta ou lápis, papel... é disso que precisa o escritor já inspirado por tantos livros ao seu redor... livros não são apenas livros, são amigos que partilham sua vivência sem nem mesmo saber quem somos, confiam-nos seus mais íntimos sonhos, segredos e descobertas mais importantes...
Ah, vontade louca de escrever...se não escrevesse agora, decerto enlouqueceria!